O Comitê de Direção do Projeto CILIFO reúne-se na cidade portuguesa de Évora

11.02.2020. Nos dias 20 e 21 de Fevereiro a Universidade de Évora (Portugal) acolherá a segunda reunião de parceiros do Centro Ibérico de Investigação e Combate aos Incêndios Florestais (CILIFO), 75% do qual é financiado pelo Programa de Cooperação Transfronteiriça Interreg VA Espanha-Portugal – POCTEP (2014-2020).

O objetivo desta segunda comissão é realizar as reuniões técnicas dos grupos de trabalho das atividades do projeto, a fim de analisar o que foi desenvolvido por cada um deles. Assim, os participantes chamados às conferências são os 15 beneficiários, gestores técnicos e financeiros e pessoas de contato do projeto que cada entidade beneficiária considere apropriado. Os 15 parceiros que compõem o consórcio são:

Além disso, são convidados representantes da Coordenação Regional CCDR-Algarve; da Coordenação Regional CCDR-Alentejo; da coordenação Regional Junta de Andalucía (DG. Fundos Europeus – Ministério da Economia e Fazenda); da Coordenação Nacional de Espanha (Ministério da Fazenda); e as autoridades de Espanha e Portugal no domínio dos incêndios florestais.

O CILIFO é um projeto de cooperação transfronteiriça com um orçamento de 24,6 milhões de euros, dos quais a União Europeia (UE) financia 75%, e um período de implementação de três anos (2019-2021). Com a sua criação, o objetivo é unificar os protocolos e procedimentos das operações portuguesas e espanholas, de modo a executar de forma mais eficiente à prevenção e extinção de incêndios florestais. O CILIFO, aprovado pelo Programa Interreg POCTEP (2014-2020) Espanha-Portugal, faz parte do Objetivo Temático 5 do Programa, que promove a adaptação às alterações climáticas em todos os sectores. Também responde à prioridade de investimento, com respeito ao Programa POCTEP, 5B: Promoção de investimento para enfrentar riscos específicos e assegurar a adaptação a desastres e desenvolvimento de sistemas de gestão de desastres. Um dos objetivos do projeto CILIFO é promover a criação de emprego sustentável e de qualidade na zona e reduzir o custo económico dos incêndios através da criação de uma economia rural ligada à paisagem.